Dois curta-metragens que marcaram minha infância

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Minha infância foi muito influenciada pela TV Cultura, único canal que mainha me deixava assistir porque julgava os desenhos dos outros canais inapropriados e violentos pra mim. Eu nem reclamava e adorava toda a programação. Chegava em casa, fazia minhas atividades e ia correndo pro pé da tevê assistir tudo até chegar o Sem Censura da Leda Nagle que passa até hoje, haha. (Só que como eu escrevi esse post 9 meses atrás, infelizmente a Leda não é mais a apresentadora do programa. Sim, uma gestação pra liberar o post. Não me julguem!).

Durante algum tempo, o que dominava os intervalos comerciais eram os curta-metragens. Como a tevê daqui é uma filial (a TVE), eu não sei se os curtas passavam em todo o Brasil, então separei alguns que marcaram minha infância e que eu adorava assistir. Na busca por eles, assisti novamente e matei a saudade ♥

Que Horas São? – (dir. André Pellenz, 2007)

César, um garoto que vive numa pequena cidade onde ninguém mais sabe que horas são, por causa de um forte temporal que danificou relógios e telefones.

É o último dia do ano, e para rever Luiza, a primeira paixão de sua vida, César precisa descobrir as horas para salvar a festa de Ano-Novo. Ele descobre como fazer um relógio de sol, para ajustar um velho despertador, único relógio mecânico com chances de ser consertado. E luta justamente contra aquilo que quer medir – o tempo.

Quem quiser assistir, aqui está o curta completo.

Maré Capoeira – (dir. Paola Barreto Leblanc , 2005)

Maré é o apelido de João, um menino de dez anos que sonha seguir o exemplo do pai e ser mestre de capoeira, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações. Um filme de amor e guerra.

O curta metragem está disponível no site Porta Curtas com todas as informações de elenco, roteiro e ficha técnica. Assista aqui.

Existiam outros, inclusive tem um que eu me lembro de algumas cenas mas, infelizmente não consegui lembrar o suficiente pra achá-lo. Esses foram o que eu consegui encontrar.

Quem acompanha o blog a algum tempo sabe que eu já fiz um curso free de cinema, numa biblioteca, em que o foco eram os curtas, inclusive no final do curso seria apresentado como trabalho de conclusão um curta metragem, só que por azar do destino, foi o ano da copa e depois da copa o curso não voltou. Mas meu desejo de produzir um curta nunca acabou. Quem sabe um dia, não é mesmo?

P.S.: Já viram a minha lista 101 coisas para fazer em 1001 dias? Dei uma atualizada linda por lá!

Um rolê na Praia do Forte and Meu aniversário

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Nossa, quanto tempo hein?! O blog já estava com casinhas de aranha, não é? Não vou fazer mais aquele velho discurso de por onde andei enquanto vocês me procuravam

Eu tô bem, aconteceu muita coisa boa (meeixmo), que talvez eu conte aqui em algum outro momento. Quero lembrar que a lista de 101 coisas em 1001 dias está sendo atualizada aqui e ali, de vez em quando… as coisas estão andando. Eu espero de coração que vocês estejam bem também. Agora, vamos ao assunto real oficial do post?

Então, miga, conta aí como é fazer 18 anos?
Bem, tudo o que sei é que parece que foi ontem que eu cheguei aos 15. Passa tudo muito rápido e, sinceramente, não muda muita coisa. Porém, posso dizer que é a mistura de um mundo novo com tudo o que permanece igual. No dia anterior eu estava um pouco emotiva e introspectiva. Dormi e acordei com um sentimento enorme de gratidão. Foi muito lindo esse momento que eu não contei pra ninguém, mas estou contando aqui.

Eu vou contar outro segredinho aqui pra vocês, sou muito grudada com minha mãe e tô com medo de ter que resolver minhas coisas (tipo burocráticas da vida) sozinha. Mas acho que mesmo com medo, sinto que devo estar aberta pra viver esses momentos. A vida adulta dói um pouco (aqueles boletinhos básicos que vem com a idade e afins), mas a gente tem que crescer, né? Já estou um pouco ansiosa pra viver faculdade, trabalho, a correria um pouco mais hard do que eu já estou acostumada, mas acho que posso falar um pouco mais disso em outra oportunidade.

Esse dia foi loko
O dia começou cheio de surpresas, ganhei café da manhã na cama que na verdade eu meio que já sabia porque ouvi meus pais cochichando de manhã na cozinha, delicioso. E em seguida nos ajeitamos e fomos finalmente conhecer a Praia do Forte (finalmente porque desde os 15 anos peço a painho para me levar e só depois de 3 anos ele resolveu vencer os pouco mais de 80km que é daqui de casa para lá).

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Chegamos lá bem cedo, pouco mais das 8h da manhã. Deixamos o carro e fomos á caça do Projeto Tamar, porque fomos pela primeira vez e não sabíamos absolutamente NADA de lá além do que pesquisamos na internet. Fomos praticamente abrir o local!

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O Projeto Tamar é absolutamente lindo e fiquei ainda mais fã. Vi quase tudo o que o lugar expõe, mas ainda voltarei lá para conferir o submarino amarelo e o nascimento das tartaruguinhas que são as coisas mais fofas (vi algumas no tanque, fiquei apaixonada!).

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Esta é uma tartaruga de pente ou legítima (Eretmochelys imbricata). A única foto de tartaruga que eu saiu perfeitinha. Eu sabia que algumas espécies eram grandes, mas ainda assim me surpreendi com o tamanho.

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Depois da visita ao Projeto Tamar, fui fazer algumas fotos e depois curtimos o mar, bem ali em frente à igrejinha azul, São Francisco, fofíssima!

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Notas sobre o lugar: Achamos que tudo seria absurdamente caro. Mas não. A entrada para o Projeto é 22 reais a inteira e 11 reais a meia. Ainda rolam pacotes para família. Tem restaurante dentro do próprio projeto, mas existem outras opções fora, para todos os gostos e bolsos, tanto os restaurantes quanto as lojas. As ruas são agradáveis, limpas e organizadas. Gostamos  bastante e vamos voltar. Quando virem para Salvador, não deixem de visitar a Praia do Forte e o Projeto Tamar.

E ainda teve surpresa!
Já na segunda feira fui surpreendida com uma festinha surpresa dos adolescentes da minha igreja, com quem trabalho. Teve o bolo que eu não comi no dia 18. Me senti ainda mais amada, foi um carinho a mais de Deus comigo. Foi tudo muito lindo! A manteiga derretida aqui chorou e tudo, hehe!



Agradeço a Deus por esses 18 anos. Gosto de pensar que são 18 anos de oportunidades que Ele me deu de tentar ser uma pessoa melhor. Já disse uma vez e digo novamente: Gratidão é a palavra que resume todo o meu sentimento!

info:
Todas as fotos editadas com o VSCO
*A maioria das fotos em que eu estou foram tiradas por meu amigo do Na Moda SQN, salva exceção de uma, que foi mainha.